Uma reflexão para mentes e corações abertos

Tudo é vaidade…

vanity-care-fundo-branco-520x570“Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.” – Eclesiastes 1:2

Pois é, isso faz parte da natureza humana e até precisamos de uma certa dose de vaidade para nos mantermos em pé. É a dose exata que nos faz valorizar o presente da vida que nos foi dada de graça por Deus. Agora para quem não acredita em Deus e tão pouco sua existência, serve como um estímulo psicológico para não ficar doente, entrar em um quadro depressivo e por aí vai. Assim como as medicações fabricadas pela indústria farmacêutica, a superdosagem tem efeitos colaterais que podem até chegar a morte, tanto da pessoa que abusa na dose de vaidade, quanto as pessoas que estão em seu convívio, como o fumante passivo, que ainda muitos fumantes ignoram à respeito. Mas neste momento não vou falar sobre a vaidade no sentido da aparência estética do corpo humano, apenas usei esta imagem de cosmético pelo nome dele, Vanity Care, traduzindo literalmente como cuidados com a vaidade. Só que neste texto, os cuidados não são no mesmo sentido do cosmético que se refere ao cuidado como esmero, mas como alerta, prudência.

“E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é fadiga espiritual da natureza humana.” – Eclesiastes 12:12

Mais uma vez me veio inspiração (espero que seja do Espírito Santo de Deus) para escrever este texto por conta de publicações que leio nas redes sociais virtuais. Foram publicados textos sobre diversos assuntos, alguns deles de coisas simples do cotidiano e coisas específicas, chegando ao nível de pesquisa acadêmica. Claro que os google’s e wiki’s da vida (web) são um grande atalho e poupam muito tempo, mas há de se concordar que se a pessoa tem um mínimo de coerência, disponibilizou um tempo para ler as informações e depois repassar para seus amigos, colegas de trabalho, familiares, etc. Um exemplo: Atualmente pelo menos em São Paulo (Pois é o lugar que vivo), o hamburger está na moda, mas não aquele sanduichinho de bar ou padaria ou de fast food, mas o sanduíche elitizado, que chega a custar pelo menos R$25,00, e sabemos que a maioria da população não tem um vale refeição neste valor. Assim como as cervejas artesanais em que uma garrafa de 330ml também chega no mesmo valor do hamburger gourmet. Muitas pessoas acabam se interessando pelo que estão consumindo, acabam comprando livros, revistas, assistindo videos à respeito e por aí vai, percorrendo um caminho considerável de estudo e pesquisa. Não que seja algo ruim fazer isso, pois eu mesmo quando estive por um longo período desempregado e refazendo meu direcionamento profissional, frequentava quinzenalmente a biblioteca (a biblioteca municipal tinha como regra o empréstimo de 2 livros por 15 dias) e pesquisava sobre música até esgotar os livros do acervo. Ou seja, foram horas e horas dedicadas à leitura para captar informações e conhecimento. Foi útil? Sim, mas para mim, todas aquelas informações só tem serventia quando eu coloco em prática na música, mas isso é de forma indireta, pois não me dediquei ao campo teórico e literário musical. As informações que se transformam em conhecimento tem proveito quando elas acrescentam ou mudam o nosso modo de agir, de viver e no caso, de fazer música, mesmo que de forma bem indireta.

Assim é com a bíblia, com a Palavra de Deus. Eu não encaro como um manual de regras e leis que são passíveis de punição, como artigos constitucionais ou códigos criminais. O conhecimento contido na bíblia me traz sabedoria, me traz o conhecimento de Deus, como ele falando diretamente à mim. Lembrando que cerca de 90% das escrituras utiliza figuras de linguagem, não se leva ao pé da letra o que está escrito, são metáforas para ilustrar palavra de conhecimento, em linguagem espiritual (lembrando que espiritual diz ao que somos em nossa essência de nossa existência). E como em qualquer livro de teoria musical ou até o óbvio manual de instruções do smartphone, é mais proveitoso se for posto em prática os ensinamentos. E para que isso não se torne um aborrecimento, partidarismo religioso, tudo se resume ao que Jesus disse:

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” – João 15:12

Pois é, um simples texto que li no mundo virtual sobre um assunto tratado com tantos detalhes, de algo que consumimos e no dia seguinte se vai pelo vaso sanitário, deveria ter importância até que ponto? Claro que isso não é arbitrário, cada um utiliza o seu tempo de vida como achar melhor. Isso me serviu como reflexão sobre o quanto é benéfico eu em particular, utilizar o tempo nesta breve vida, afinal se viver 100 anos, o que são 100 anos perante a eternidade? Devo utilizar o tempo lendo, estudando acumulando informações e conhecimento que serão lançados ao esquecimento após minha morte ou utilizar melhor este tempo para acumular informações, conhecimento e sabedoria para a eternidade?

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” – Mateus 6:19-21

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